Se o meu amigo viesse. Se o meu amado se deixasse ver. Beija-lo-ia na boca ainda que estivesse manchada pelo sangue de um lobo. Apertar-lhe-ia a mão ainda que contivesse uma serpente. Poesia popular finlandesa (Anónima), inicialmente transmitida oralmente e finalmente coligida e transcrita a partir dos finais do séc. XVIII, 1798-1799.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário